Este extrato foi editado depois que o banco o emitiu?

Um extrato adulterado num editor carrega a edição na própria estrutura: uma revisão anexada, um valor redigitado no subset de fonte errado, o nome de uma ferramenta de consumo onde deveria estar o de um sistema bancário. Solte o PDF e veja o que o arquivo registra sobre a própria história.

O que ele procura

Sem conta, sem retenção do arquivo. Analisado em memória, descartado com a resposta.

Solte um extrato aqui, ou procure

PDF ou foto · Máx. 10 MB · processado em memória, nunca armazenado

Sem um extrato à mão? Teste as amostras:

Três documentos fictícios — uma fatura de serviços, porque o extrato de um banco real não pode ser publicado, e a mecânica é idêntica: a cópia editada tem uma segunda revisão que reduziu o total impresso, e a cópia assinada foi alterada depois da assinatura.

O que esta página encontra

As edições que de fato se fazem em extratos — um saldo aumentado, uma linha de transação apagada, um nome trocado — quase nunca são feitas reconstruindo o documento. São feitas abrindo o PDF do banco num editor e salvando. Esse ato deixa rastros que o editor não consegue evitar escrever:

  • Uma revisão anexada. Editores de PDF salvam acrescentando ao fim do arquivo, não reescrevendo. A página original — o total verdadeiro — continua nos bytes, e o relatório diz o que mudou entre as revisões.
  • Um valor na fonte errada. Redigitar um número embute um segundo subset do tipo — a assinatura de texto adicionado com outra ferramenta. Em arquivos de revisão única isso é reportado como informação, sem escalar, porque geradores comuns também produzem o padrão — essa recalibração está publicada, com o estudo de falso positivo que a forçou.
  • A cadeia de ferramentas errada. Sistemas bancários imprimem por bibliotecas de servidor e costumam dizer isso — ou não dizer nada. Um extrato cujos metadados nomeiam um editor de PDF de consumo carrega um fato que merece explicação, e o relatório distingue ferramentas que criam documentos de ferramentas que consomem um já existente.
  • Uma assinatura que não cobre mais a página. Se o extrato foi assinado digitalmente e depois alterado, o intervalo de bytes declarado da assinatura termina antes da mudança. A amostra "assinado, depois modificado" mostra exatamente isso.
  • Metadados que discutem entre si — carimbos de criação e modificação, pares de ID e alegações de ferramenta que não batem com a contagem de revisões do próprio arquivo.

Todo achado é reportado com a evidência e a explicação benigna. Uma revisão anexada também é o que o carimbo de um sistema de folha de pagamento produz; um segundo subset de fonte também é o que a fusão de dois documentos honestos produz. Esta página reporta sinais, nunca um veredicto de falso/verdadeiro — quem sabe de onde o documento veio é o único que pode pesá-los.

O que ela não consegue ver

Um verificador que sugere mais cobertura do que tem é pior que nenhum. Três limites, ditos com clareza.

  • Um extrato gerado do zero. Imprimir para PDF, salvar-como na ferramenta errada, reconstruir num modelo ou usar um gerador produz um arquivo escrito de forma limpa, sem rastros de edição — porque nada foi editado. Inspeção de bytes não pega um documento cujo problema é nunca ter sido do banco. Pegar essa classe exige uma referência da saída genuína do emissor — os baselines privados de emissor existem exatamente para isso — ou verificação na fonte.
  • Um extrato fotografado ou achatado. A imagem de um extrato não tem cadeia de revisões, fontes nem assinatura para ler. O motor de imagem reporta o que os metadados e os pixels expõem, que é menos, e o relatório diz qual motor rodou.
  • Se os números um dia foram verdadeiros. Um arquivo estruturalmente impecável prova que os bytes foram escritos uma vez, por uma ferramenta. Não prova que a conta existe nem que o saldo era real. Se você tem a cópia que o banco enviou, a comparação responde uma pergunta mais forte que a inspeção; se precisa da verdade de fato, só o banco a tem.

Como ler o resultado

Um extrato que volta com sinais é um extrato com perguntas anexadas, não um falsário pego — peça ao candidato o download original, ou acesso ao feed da conta. Um extrato que volta quieto é consistente com nunca ter sido tocado, e também é a cara de uma re-geração bem feita; silêncio é evidência, não prova. O guia de campo percorre cada sinal com exemplos reais.