Este holerite foi editado depois que a folha o emitiu?

Editar um holerite deixa marcas no arquivo. A folha escreveu ele uma vez; um editor de PDF salva acrescentando ao fim, então o valor original continua nos bytes. Solte o PDF e veja o que o arquivo registra sobre a própria história.

O que ele procura

Sem conta, sem retenção do arquivo. Analisado em memória num servidor na Finlândia e descartado com a resposta; nada dele sobrevive à requisição (privacidade).

Solte um holerite aqui, ou procure

PDF ou foto · Máx. 10 MB · processado em memória, nunca armazenado

Sem um holerite à mão? Teste as amostras:

Os dois primeiros são o mesmo holerite fictício, antes e depois de o salário ser trocado num editor de PDF comum. As somas foram ajustadas junto, então a aritmética fecha: o que não fecha é a estrutura do arquivo. O terceiro é uma fatura fictícia, porque nenhum holerite nosso é assinado digitalmente e o caso da assinatura alterada precisa de um documento que seja.

O que esta página verifica

A maioria das edições em holerites: um bruto aumentado, um empregador trocado, uma data deslocada. É feita abrindo o PDF do sistema de folha num editor e salvando. Isso deixa rastros que o editor não consegue evitar escrever:

Um PDF cresce por acréscimo, então um holerite editado ainda contém a página que a folha escreveu.
UM ARQUIVO EDITADO, DE CIMA A BAIXO REVISÃO 1 · A FOLHA ESCREVEU ISTO %PDF-1.7 · /Producer a página, as fontes, o valor verdadeiro xref · trailer · %%EOF REVISÃO 2 · ANEXADA DEPOIS uma página substituta, um valor trocado xref /Prev · trailer · %%EOF Qual ferramenta escreveu o arquivo. Um editor de consumo aqui merece explicação. Onde a assinatura deixa de cobrir. Tudo abaixo desta linha entrou depois de assinar. Um número digitado em outra ferramenta. Ele traz junto um segundo subset do tipo. Contar revisões é exato. O que uma segunda revisão significa, não: veja abaixo.

Esta é a forma de um arquivo editado, não um achado de fraude. Um sistema de RH que carimba, junta ou marca um contracheque anexa uma revisão do mesmo jeito que uma edição, e o relatório nomeia a causa benigna ao lado de cada sinal.

  • Uma revisão anexada. O sistema de folha escreveu o arquivo uma vez; editores de PDF salvam acrescentando ao fim dele, não reescrevendo. A página original. O valor verdadeiro, continua nos bytes, e o relatório diz o que mudou entre as revisões.
  • A cadeia de ferramentas errada. Sistemas de folha de pagamento imprimem por bibliotecas de servidor. Um holerite cujos metadados nomeiam um editor de PDF de consumo é um fato que merece explicação, e o relatório separa ferramentas que criam documentos de ferramentas que consomem um já existente.
  • Um valor na fonte errada. Redigitar um número embute um segundo subset do tipo: a assinatura de texto adicionado com outra ferramenta. Em arquivos de revisão única isso é reportado como informação, sem escalar, porque geradores comuns também produzem o padrão: essa recalibração está publicada, com o estudo de falso positivo que a forçou.
  • Dígitos verificadores que não fecham. Um CPF ou CNPJ impresso no documento carrega os próprios dígitos de verificação, e o motor refaz essa aritmética: a família br-identifier-checksum. Um identificador redigitado que não fecha contradiz uma conta que não depende de comparação com nada.
  • Metadados que discutem entre si: um carimbo de criação de um dia e um de modificação de outro, pares de ID e alegações de ferramenta que não batem com a contagem de revisões do próprio arquivo.

O que um sinal significa, e o que não significa

Todo achado é reportado com a evidência e a explicação benigna, porque cada um desses rastros também tem causa honesta. Uma revisão anexada também é o que um sistema de RH que pós-processa seus PDFs produz: carimbar, juntar ou marcar um contracheque anexa uma revisão exatamente como um editor faria. Um holerite que passou por um scanner tem a estrutura de um scanner, não a de um sistema de folha. Um holerite impresso para PDF pelo próprio funcionário, porque era o único jeito de salvar, é um arquivo escrito de forma limpa que não diz nada em nenhuma direção. Esta página reporta sinais, nunca um veredicto de falso/verdadeiro, quem sabe de onde o documento veio é o único que pode pesá-los.

Os limites correm também no sentido contrário. Um holerite gerado do zero (reconstruído num modelo, saído de um gerador), não carrega rastro de edição, porque nada foi editado: o arquivo foi escrito de forma limpa, só que não pela folha de um empregador. E um holerite fotografado não tem cadeia de revisões nem fontes para ler; o motor de imagem reporta o que os metadados e os pixels expõem, que é menos, e o relatório diz qual motor rodou. Um resultado quieto é evidência, não prova.

Para imobiliárias, RH e crédito

Comprovante de renda é onde o holerite editado aparece: a análise cadastral de uma locação, a admissão no DP, uma proposta de crédito. Sinal quer dizer pergunta, não falsário pego: peça o download original do portal da folha, ou confirme o vínculo com o empregador. Um resultado quieto é consistente com um arquivo intocado, e também é a cara de uma re-geração bem feita. Para uma decisão que importa, a confirmação do empregador vale mais que qualquer inspeção de arquivo. O guia das famílias de sinais percorre cada sinal que esta página pode levantar.