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Como reconhecer um holerite falso
Um holerite editado num editor de PDF deixa rastro: segunda revisão, ferramenta de edição nos metadados e datas e IDs que discordam. No par fictício da demonstração, o mesmo holerite vai de score 0 para 100 com a soma ainda fechando, e o INSS e o FGTS impressos ficam abaixo do que o novo salário exige. Um holerite refeito do zero com as contas certas não deixa rastro nenhum.
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Gerador de comprovante PIX falso: o que fica no arquivo
Um comprovante feito num gerador não tem edição para achar: em 20 documentos fictícios sem rastro de edição (extratos e holerites, nenhum PIX), 0 pontuaram acima de low no motor 1.22.0. O que ainda pode sobrar é uma revisão anexada, um producer de editor, datas que discordam e um CRC do código copia-e-cola que não fecha, e um CRC que fecha não prova nada. Muitos comprovantes trazem o ID da transação e não o código copia-e-cola, e sem o payload no texto o CRC não tem o que checar. O dinheiro só se confirma no app do seu banco.
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O contrato assinado por duas partes é o documento que o motor mais castiga
Rodei 1.317 contratos federais do PNCP pelo motor. Nos não assinados, 99,65% saem em banda baixa. Nos assinados, 77% saem em banda alta, e cada sinal está tecnicamente certo sobre os bytes. O maior falso positivo já medido aqui, publicado antes de ser corrigido, porque mudança de severidade vem depois da medição, não antes.
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Fingerprint de emissor: 0 de 15 bancos, 6 de 7 órgãos públicos
A ideia de que cada emissor deixa uma impressão digital estrutural no PDF falhou nos documentos publicados por bancos: 0 de 15 perfis brasileiros passaram o gate, 33 PDFs com 24 producers distintos. Nos contratos do PNCP ela funciona: 6 de 7 órgãos elegíveis passam, um deles com 0,987 de consistência em 77 documentos.
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Um nó de n8n que não pode ler arquivos, e por que isso é o design certo
Desde maio de 2026 um nó comunitário verificado da n8n não pode tocar em arquivo nem em variável de ambiente, e tem de ser publicado por GitHub Actions com proveniência. Essas regras decidiram o design do nó da Tamperlens antes de mim: binary data entra, sinais saem, zero dependências de runtime, e o teste de credencial não gasta quota.
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O boleto confere a própria conta
A linha digitável de 47 dígitos é um rearranjo fixo do código de barras de 44, amarrado por três DVs em módulo 10 e um DV geral em módulo 11 sobre o valor e o vencimento que ela mesma codifica. Um valor redigitado quase sempre quebra a conta, sem consulta a ninguém. E o número que ninguém publica: em 3.822 PDFs públicos existem exatamente duas linhas digitáveis, as duas em especificações. Não existe corpus público de boletos para medir.
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A credencial C2PA sobrevive no PDF. O c2patool não a vê.
Desde 11 de agosto a Anthropic assina os arquivos que o Claude gera. Medi o que sobra quando essa imagem entra num documento: em JPEG a credencial atravessa 6 de 6 geradores de PDF byte a byte, em PNG e SVG não atravessa nenhum, e a ferramenta oficial diz que o PDF não tem assinatura nenhuma.
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Medi minha própria taxa de falso positivo em 1.728 documentos que não escolhi
Todo corpus que eu tinha era um que eu escolhi. Duas populações aleatórias puseram a taxa acima de baixo do motor em 68,5% e 82,8%, e mostraram quatro famílias de sinal discutindo com o parser ao lado delas.
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Comprovante de residência: o que o PDF entrega e o que ele não prova
Conta de luz, holerite, extrato: o que a estrutura do PDF conta sobre como o arquivo foi feito, e por que nada disso prova onde alguém mora.
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Revisão incremental não é fraude: o que 250 contratos públicos assinados mostram
Rodei 250 contratos do PNCP, 62 modelos de governo e 33 PDFs publicados por bancos. A assinatura ICP-Brasil anexa uma revisão por signatário. O documento autêntico tem exatamente a forma que um detector ingênuo chama de adulteração.